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Social Media FMDSLinkedIn e Google+ apareceram na segunda e terceira colocação com 21% e 12% das respostas, respectivamente.

Quando o assunto é o contato virtual com amigos, colegas e conhecidos, o Facebook é a rede social ideal para profissionais ligados às áreas criativas, de acordo com pesquisa realizada pela Robert Half, especializada em recrutamento.

Mais da metade (56%) dos executivos de propaganda e marketing entrevistados apontaram o Facebook como a rede social escolhida, caso tivessem que optar por apenas uma.

LinkedIn e Google+ apareceram na segunda e terceira colocação com 21% e 12% das respostas, respectivamente.

Independente da rede social escolhida, a pesquisa confirmou que é primordial atuar de forma ativa nessas mídias. Aproximadamente três a cada 10 entrevistados (29%) afirmaram que oferecer conteúdo desatualizado é o erro mais comum cometido por profissionais de áreas criativas em seus perfis nas redes.

O levantamento foi realizado com 500 executivos nos Estados Unidos, sendo 375 profissionais de marketing e 125 de propaganda.

“Os profissionais da indústria criativa costumam misturar a vida profissional com a pessoal nas interações on-line“, alerta Jorge Martins, gerente da divisão de vendas e marketing da Robert Half.

Entre alguns equívocos cometidos estão a publicação de fotos em situações comprometedoras, erros de digitação e abreviações.

O especialista ainda alerta para a necessidade de postar de forma prudente quando contatos de negócios fazem parte da rede de relacionamento virtual.

“Os perfis de redes sociais se tornaram uma importante ferramenta de marca e marketing para profissionais da área criativa. Independente se a intenção é apenas se conectar com amigos ou turbinar as referências e contatos de trabalho, é preciso transmitir a melhor imagem possível”.

Redes sociais Porcentagem
Facebook 56%
LinkedIn 21%
Google+ 12%
Twitter 4%
Outros 2%
Não sabem/sem resposta 5%

Fonte: Robert Half

A Robert Half oferece cinco dicas para manter a atuação nas redes sociais de forma polida e ativa

-Não caia no jogo do nome. Sites como Facebook e Google+ têm diretrizes para desestimular o uso de símbolos, números ou palavrões no nome de usuário, o que não impede que pessoas escolham usuários incomuns. No entanto, o melhor é optar por utilizar o primeiro e último nome selecionando uma URL compatível com a identidade pessoal

-Escolha seus interesses de forma inteligente. Não é só pelo fato de ser fã de programas de reality show que é necessário listar todos os programas de preferência. Independente de quão talentoso for o profissional, um perfil que ofereça muitas informações pessoais, será desfavorável.

-Compartilhe conteúdo de qualidade. A média de amigos que um usuário de Facebook possui é de 130, de acordo com as estatísticas do Facebook. É possível aumentar a probabilidade que outras pessoas vejam as atualizações compartilhando conteúdo como fotos e vídeos, além de informações que podem suscitar comentários, “curtir” e compartilhamentos.

-Teste seus textos. É sempre prudente revisar atualizações de status antes de pressionar o botão “enter”. Posts repletos de erros de digitação e abreviações afetam a credibilidade do profissional.

-Seja constante. Além de publicar conteúdo interessante, se envolva com seus contatos de forma consistente. O senso de comunidade pode ser construído ao se comentar e compartilhar os posts de outras pessoas.

Fonte: Brasil Econômico e Robert Half

Planejamento FMDSO planejamento é uma área relativamente nova e não tradicional se comparada com outros ramos da publicidade, como atendimento, criação e mídia, por exemplo. Por isso, segundo especialistas, o mercado está carente de profissionais experientes na área.

O planejador em uma agência de publicidade é aquele que vai tentar viabilizar o pedido do cliente, tratar da estratégia da marca, analisar o mercado e criar uma mensagem estratégica, segundo José Ricardo Amaro, diretor de RH do Grupo ABC;

“É aquele que vai contemplar o mundo e fazer as apresentações, tanto em longo prazo quanto no dia a dia”, afirma Fernando Musa, diretor-geral da Ogilvy. Além disso, na prática, o profissional tem que estar atento a tudo, de mudanças tecnológicas a hábitos de consumo.

Geralmente os profissionais dessa área são formados em propaganda, marketing ou administração, mas para Amaro há espaço para graduados em filosofia, sociologia e psicologia. “A complementação na formação pode ser feita por meio de educação executiva em escolas de negócios para aprofundar na área”, explica.

Musa diz que a experiência é essencial, tanto na área quanto na vida. “É preciso ter experiência como usuário das coisas, de ter um comportamento contemplativo, desprovida de preconceitos, gostar de se observar e se relacionar. Dentro da agência ele tem que atuar como provocador e lidar com pressão e frustração”, afirma.

Amaro completa que é necessário gostar de fazer pesquisas e ter outras competências comportamentais como senso de urgência, comprometimento e se colocar tanto no lado da agência quanto do lado do cliente.

No início da carreira, o salário é de 2 mil reais, mas dependendo da agência e do talento do profissional, o salário de uma posição gerencial fica entre 15 a 25 mil reais. Apesar do mercado aquecido, Musa alerta que há espaço para crescer, mas a resposta não é imediata. “É preciso comer muito arroz e feijão”, diz.

Fonte: Camila Lam, Exame.com

E-business x e-commerce

Postado em 07/02/12 by fmds

e-business FMDSMuito se fala em e-business (“eletronic business” ou “negócio eletrônico“), que não deve ser confundido com e-commerce (ou “comércio eletrônico“).

O e-business pode ser definido como uma estratégia de inserção da empresa na Internet, visando automatizar suas atividades em diversas áreas, como as comunicações internas e externas, a transmissão de dados, os controles internos, o treinamento de pessoal, os contatos com fornecedores e clientes, entre outras possibilidades.

O e-commerce – ou comércio eletrônico, por outro lado, é parte integrante do e-business. É a atividade mercantil que, em última análise, vai fazer a conexão eletrônica entre a empresa e o cliente para a venda de produtos ou serviços, seguindo a estratégia estabelecida pelo e-business.

B2B, B2C, B2G, C2G

Apesar de a maioria das empresas brasileiras ainda utilizar a Internet como veículo de marketing institucional, o comércio eletrônico já ganhou tanta importância no mundo digital que não basta mais possuir uma home page institucional; é necessário conhecer e se interessar pelo business to consumer – B2C (vendas diretas para o consumidor) e business to business – B2B (transações comerciais entre empresas). Estes termos devem estar presentes no vocabulário de qualquer empresário interessado em conquistar vantagem competitiva para seu negócio.

E, como no chamado ciberespaço a geografia é o que menos importa, as oportunidades de sucesso são iguais tanto para empresas de grande porte como para as pequenas.

B2B – Business to Business (empresa-empresa): O nome que se dá a transações comerciais entre empresas. Muitas empresas utilizam este tipo de e-commerce para se relacionar com seus fornecedores, fazendo pedidos, recebendo e pagando faturas, trocando dados, captando novos parceiros etc.

Exemplo: Veja o caso da empresa fictícia XYZ. Ela trabalha com equipamentos médicos. Seu negócio é comercializar estes produtos. Seus fornecedores são brasileiros e alemães. Como a Internet consegue se relacionar com ambos em tempo real e a baixo custo, eles podem trocar informações via e-mail ou on-line – MSN ou Skype, fazer reuniões on-line com imagem, receber os pedidos de clientes em seu web site e já repassá-los por e-mail para seus fornecedores. Estes checam a disponibilidade do produto no estoque e enviam para o endereço da XYZ, que, por sua vez, realiza o pagamento on-line, da mesma forma que recebeu de seus clientes. Sempre que necessita, recebe e transmite informações sobre os produtos, como novas linhas, assistência técnica, condições de pagamento etc.

Ou seja, realizou tudo sem sair da frente do computador.

B2C – Business to Consumer (empresa – consumidor): Outra forma de comércio na Internet é o business-to-consumer. Nesta categoria, a empresa vende diretamente ao consumidor. Um determinado consumidor entra no seu web site em busca de um produto. Lá, ele o encontra. Busca por informações referentes a este produto, manual técnico, funcionamento, preço, prazo de entrega, assistência técnica etc. Satisfeito com as informações, ele começa a realizar a compra. Entra no módulo adequado para realizar esta compra, escolhe o produto ou produtos e processa o pagamento, que pode ser de diversas formas, entre as mais comuns, depósito em conta corrente, boleto bancário, cartão de crédito, internet banking.

O mais aconselhável é utilizar meios de pagamento eletrônico, com sistemas seguros, para dar maior confiabilidade ao cliente.

B2G – Business to Goverment (empresa – governo): Abrange todas as transações entre as empresas e organizações governamentais. Atualmente, esta categoria poderia se expandir com maior rapidez se os governos usassem suas próprias operações para promover o crescimento do comércio eletrônico. Alguns governos já utilizam a nota fiscal eletrônica, que além de reduzir a emissão de documentos em papel têm permitido aumentar o nível de arrecadação fiscal.

C2G – Consumer to Goverment (consumidor – governo): Com o crescimento das categorias empresa-consumidor e empresa-governo, os governos podem estender suas interações eletrônicas com o consumidor, como é o caso do Imposto de Renda, que pode ser declarado pela Internet.

Fonte: SEBRAE

Negócios Digitais Brasil FMDSEspecialista faz uma avaliação dos negócios digitais brasileiros

A melhor referência para operações no Brasil é um dealbook de Diego Gomes, empreendedor da Everwrite. Usando a amostra de mais de 100 operações de venda e investimento, Diego mostra que o número de compras, investimentos e operações de fusão e aquisição anuais aumentou mais de 1.200% nos últimos 5 anos, e a taxa de crescimento composta se manteve 200% ao ano nos últimos dois anos.

O número de startups de tecnologia é incerto, mas o Startup Base fala de quase 750 empresas ativas. O número de fundos e aceleradoras chega a quase 100 e os mais ativos foram a sul-africana Naspers, a Monashees Capital e a Tiger Global. Novos entrantes de peso como a Accel, Bessemer Venture Partners e a Rocket Internet aparecem no radar e alteram a dinâmica do mercado.

Se tiver que estabelecer um cenário, apostaria que os casos de sucesso e consequentes saídas continuarão relacionados ao varejo digital e fora deste segmento com grupos de negócio já inseridos na cena digital, como Mosaico (Globo), RBS, Multi e Naspers. Além destes, acredito que o modelo de venture capital brasileiro começa a emergir e, pelo tamanho do mercado, deverá ser focado em execução (como a Rocket) e não em espalhamento de risco em batelada (como o YCombinator).

O Brasil continua sendo a “menina mais bonita do baile” (com a competição asiática), mas o ecossistema de tecnologia acordou de um longo sono nos últimos dois anos e precisa de tempo para amadurecer e gerar frutos. Só teremos aprendizado validado e repetível depois que o ciclo de capital de risco se fechar.

Fonte: Fernando de La Riva, especialista em negócios digitais e edição de Priscila Zuini, Exame.com

CampusParty.FMDSDe 6 a 12 de fevereiro, São Paulo é o berço da quinta edição da Campus Party Brasil (CPBR5), maior acontecimento de tecnologia e internet nas áreas de ciência, inovação, cultura e entretenimento digital do mundo, que já faz parte da agenda cultural da capital paulista e também do País.

Em 2012, o evento será realizado em um novo local, no Anhembi Parque, para oferecer maior número de atrações aos amantes da tecnologia e acolher ainda mais visitantes em relação às edições anteriores.

Um dos destaques é a Campus Live – um espaço online com transmissão ao vivo das principais atrações do evento, entre as 500 horas de conteúdo, em que o espectador, além de acompanhar, pode participar das atividades através das redes sociais.

“Nosso objetivo é levar a Campus Party até a casa de milhares de brasileiros e permitir que um número maior de pessoas tenha acesso ao conhecimento disponível durante a semana do evento”, conta a Diretora de Marketing da Futura Networks do Brasil, Daniela Costa, responsável pela realização do evento. O acesso é realizado pela página live.campus-party.org, em que quatro canais simultâneos transmitirão as atividades das zonas de Entretenimento Digital, Inovação, Ciência e Cultura Digital.

Presencialmente ou através da transmissão, os participantes perceberão que a transversalidade de conteúdo, bem como a mistura e a integração das diversas tribos – empresas, governos, universidades e todos os apaixonados por tecnologia, darão a tônica em 2012.

“A Campus Party é o ponto de encontro para os amantes da tecnologia e as mentes mais brilhantes da internet. Trata-se de um espaço onde todos trazem para o mundo real o que, até então, era exclusivo do mundo virtual, junto aos seus ideais e projetos inovadores”, sintetiza o Diretor Geral da Futura Networks do Brasil, Mario Teza.

Tanto as atividades realizadas nos palcos de Cultura Digital, Inovação, Ciência e Entretenimento Digital, como as que ocorrem em Campus Fórum, Campus Empreendedorismo e Campus Verde, estão unidas, principalmente, por três temas extremamente atuais e norteadores de tendências: cloud computing, mobilidade e gamificação.

Entre os convidados internacionais, o evento traz as palestras de Michio Kaku, o “físico do impossível” e co-criador da Teoria de Campos de Cordas; Kul Wadhwa, Diretor Gerente daWikimedia Foundation/Wikipedia; o vice-presidente de desenvolvimento do SoundCloud Dave Haynes; o presidente da Internet Society, Andreu Veà; o escritor, matemático e apaixonado por futebol Alex Bellos; o produtor da aclamada série cult/geek Game of Thrones, Vince Gerardis; o revolucionário professor de Tecnologia Educacional Sugata Mitra; o produtor e responsável pelo sucesso do jogo Angry Birds, Julien Fourgeaud; Chris Hofmann, o diretor de engenharia e projetos especiais da fundação Mozilla; o jovem inventor chileno Sebastián Alegria; e representantes de importantes movimentos culturais revolucionários como Occupy Wall Street, Primavera Árabe e Acampada del Sol, Charles Lencher, Leila Nachawati e Olmo Gálvez, respectivamente.

Em um mundo com imensa disponibilidade de informações, criar estratégias de comunicação é um excelente diferencial para entrar em sintonia com o público-alvo.

As redes sociais entraram definitivamente no cotidiano empresarial e nesse ambiente volátil e competitivo, são infinitas as oportunidades mercadológicas. Assim, a ansiedade e a pressão têm levado muitas empresas a se aventurarem nesse meio de maneira atabalhoada e o planejamento – conceito fundamental para o sucesso de qualquer empreitada – acaba em segundo plano.

A facilidade de conexão ao meio digital traz embutida a falsa impressão de que basta criar uma conta, numa rede ou mídia social qualquer e o sucesso acontece por geração espontânea. A verdade é: na maioria das vezes, a adesão por impulso, modismo ou curiosidade traz uma variedade de problemas capazes de causar danos irreversíveis a imagem ou mesmo quebrar qualquer empreendimento.

Outro agravante é que muitos descobriram minas de ouro nas mídias sociais lucrativas e faturam horrores vendendo picaretas quebradas para muitos incautos. Impressiona como algo tão novo possa ter no mercado tantos “analistas de mídias sociais” com fórmulas prontas de sucesso na ponta da língua. Não podemos deixar de incluir nesse rol da picaretagem os incontáveis “gurus” que garantem ter em mãos a versão digital da Pedra de Rosetta com a tradução para o sucesso de qualquer empreendimento no plano virtual.

Assim conceitos acadêmicos sérios e de eficácia amplamente comprovada como plano, pesquisa, análise e planejamento acabam cedendo lugar aos modismos e esquisitices. Com tantos vendedores de ilusão, são poucas as empresas que conseguem passar das expectativas para os resultados concretos nas mídias sociais. Os especialistas afirmam em coro que não existe fórmula mágica para ser bem sucedido no meio virtual. Segundo eles, a linha a separar o sucesso do fracasso é muito tênue e ela atende pelo nome de planejamento.

Planejamento.MídiasSociais.webnews.FMDS

Sucesso? Somente com planejamento e estratégia

Conceituar planejamento não é algo fácil, pois são várias as definições que podem ser aplicadas a quase todas as áreas. Simpatizo-me por uma, dada há mais de 30 anos pelo professor Russell Ackoff, como o primeiro passo antes de agir, ou seja, é a tomada antecipada de decisões. Essa antecipação implica em entender o planejamento como algo dinâmico, em corrente mudança, que se realiza por meio de estudos, pesquisas, construção de diagnósticos e, principalmente, questionamentos. Esses são de suma importância para avaliar se determinado projeto é ou não viável.

Já a professora Leila Said Tótaro vai além ao defender: planejamento não é mais o primeiro passo de uma idéia. Planejar é pensar muito além da concepção. Dentre tantas questões levantadas para iniciar algo, o planejamento deixa de ser apenas uma etapa, ou fase, para ser um esforço contínuo, devendo ter a elasticidade de todo o negócio, desde as primeiras formações conceituais até as questões do ciclo de vida.

Leila acredita que neste mundoultramultimidiático”, desenvolver mensagens completas e relevantes tem se tornado um exercício muito raro de se realizar. Ainda mais quando se inicia uma nova estrada em um terreno novo, chamado “digimundo”, que exige dos profissionais de marketing um repensar consistente e uma nova postura diante do novo. Nessa seara planejar é imprescindível.

Ela reconhece que o meio virtual é um terreno novo e ardiloso, assim em relação ao digimundo, o planejamento precisa ser a principal plataforma de trabalho, assegurando uma gestão de conhecimento que leve sentido às ações nestas mídias.

Segundo a professora, ações credenciadas para o sucesso no mundo real não têm sequer o mesmo significado nas redes sociais e mídias digitais. Tudo deve ser repensado. Caso não haja aderência entre o “que se que”’, o “que se faz” e o “que o mercado quer que seja feito”, continuaremos a presenciar inúmeras construções digitais sem nenhum sentido, ou pior: sem nenhum valor estratégico.

Sem planejamento e sem o entendimento do que é realmente comunicação digital, não há ação consistente. O planejamento permite a empresa aproximar-se de seu mercado e entendê-lo com propriedade.

Então, o grande problema em relação ao planejamento dá-se pelo fato de muitos enxergarem-no como um adereço de luxo e, em muitos casos, como custo ou despesa e não o que ele é na verdade: investimento.

Quem já prestou consultoria com seriedade sabe disso. Tal pensamento é compartilhado pela professora Leila. Ela crê que muitas organizações não chegam ao objetivo em suas ações digitais por não entenderem que planejamento é investimento de toda a ação e não apenas uma fase descartável. Planejar deve estar no DNA de qualquer empresa, pois, hoje em dia, existe um cenário mutante, diferente e que não segue a lógica dominante no nosso mundo por tanto tempo.

Nessa ânsia de economizar, os resultados acabam decepcionando, pois muitas organizações delegam a atividade de propor e gerenciar sua presença nas redes para colaboradores que sequer têm conhecimentos suficientes sobre o mercado ou mesmo do perfil do consumidor-internauta. E este é um dos grandes hiatos encontrados hoje em muitas empresas, o improviso generalizado das ações digitais por falta de planejamento.

E para uma empresa obter sucesso no “digimundo”, Leila atenta para cinco pontos relevantes na hora de planejar as ações digitais:

•    Conhecer o mercado e tudo que se relaciona ao seu movimento – share, tendências, time;
•    Conhecer o perfil do consumidor-internauta – que é muito diferente do consumidor tradicional;
•    Buscar aderência entre o discurso/conceito e a ação digital;
•    Entender que o espaço digital, com toda a tecnologia que o permeia, exige linguagem diferenciada;
•    E, por fim, reinventar-se sempre.

Acredito: não existe fórmula pronta e o sucesso e o fracasso nas redes sociais vão depender de um planejamento eficiente. Trata-se do caminho mais dispendioso e certamente o mais árduo, mas tudo indica ser o único para alcançar a eficiência de qualquer ação no mundo digital.

Fonte: Marcelo Rebelo, Websinder – Portal UOL

Facebook.FMDSQue o Facebook é um fenômeno com mais de 800 milhões de usuários e que vender dentro do facebook pode ser uma tendência, ninguém duvida (nem eu, com ressalvas!) mas então, por que os e-consumidores ainda não estão comprando maciçamente dentro das Lojinhas Virtuais montadas dentro das FanPages no FaceBook?

A resposta é simples: O F-commerce (e-commerce dentro do Facebook) ainda não decolou e isso é um fato. Ouvimos muito barulho sobre o assunto no Brasil em 2011, uma das Tags mais comentadas na net, todos os veículos comentaram o assunto Social Commerce ou F-commerce, mas nenhum case apresentado, trouxe ou apresentou efetivamente qualquer resultado expressivo em vendas.

Apesar do F-commerce ser uma nova realidade nas FanPages Brasileiras, (começou no ano passado) a maioria das lojinhas virtuais são de pequenos negócios que vendem seus produtos. Esse tipo de aplicativo que gera lojas virtuais dentro do FaceBook já são utilizados nos EUA há mais de dois anos e mesmo lá os números também não são expressivos. Aliás, ainda são inexpressivos comparado ao volume global de vendas OnLine.

Para se ter uma ideia, as projeções de faturamento para 2015 nos Estados Unidos são de US$ 15 Bilhões. Porém os maiores Cases de F-commerce nos EUA são de marcas muito famosas e com muitos Fãs e mesmo assim ainda apresentam faturamento em 2011 bem aquém do projetado, representando apenas uma pequena parcela de suas vendas:

•    Coca-Cola = US$ 24 Millhões
•    Starbucks = US$ 20 Milhões
•    Disney = US$ 19 Milhões
•    NetFlix, P&G, entre outras …

Estes aplicativos funcionam de forma simples: As FanPages das Lojas, oferecem ofertas de inúmeros produtos e os e-consumidores podem escolher, botar no carrinho de compras e comprar, além de curtir e compartilhar.
Mas se é tão simples, por que então as vendas não decolaram? Primeiro é importante salientar que as pessoas e mesmo as marcas ainda estão se adaptando e se ambientando ao advento das Redes Sociais. É fato que as pessoas gastam muito tempo nas mídias sociais e compartilham muito conteúdo e experiências de compra, mas efetivamente ainda não se acostumaram a apertar o botão COMPRAR dentro da Rede Social.

Além disso, por ser uma Rede Social, existe a questão de privacidade e segurança, por isso, são poucos os compradores que confiam botar seus dados de cartão de crédito lá naquele ambiente (mesmo com promessa de segurança de integradores de Meios de Pagamento). Outro importante ponto que pra mim devemos ter atenção, é que as soluções para F-commerce disponíveis no mercado ainda não são perfeitas, são genéricas e criadas para a venda de todo tipo de produto na prateleira, sem se ater aos detalhes e especificações de cada tipo de produto ofertado, além de não terem uma gestão (retaguarda) personalizada para cada modelo de negócio. Claro que existem os projetos específicos e nativos para o FaceBook, (não são desses que eu estou comentando!) Se existe alguma plataforma (assistente para criação de lojas virtuais) assim no Brasil, eu ainda não conheço, por favor, me apresentar!

Usar interações entre os consumidores no FaceBook é uma ação extremamente interessante e comprovadamente vencedora. Porém, considerar que Criar uma Loja dentro desta Rede Social é somente colocar produtos pra vender e pronto, é um grande engano e perda de tempo. O esforço e o investimento que se faz para ter um CURTIR, um COMENTÁRIO ou um COMPARTILHAMENTO deve ainda ser maior para fazer com que os seguidores passem a ter também interesse e confiança de COMPRAR, pois a loja tem que ter a preocupação de implantar conceito e cultura de compra/venda neste ambiente específico.

Por fim, uma vez que é tudo tão novo, a verdade é que as pessoas ao redor do mundo ainda não estão pensando sobre Facebook quando estão com vontade de comprar alguma coisa OnLine.

E a Garoba (auê!) continua … que venham os resultados em 2012!!

Fonte: E-commerce Brasil. João Kepler, founder e CEO do Show de Ingressos.

Segundo Gil Giardelli, CEO da Gaia Creative, “tirar terno e gravata” é uma delas. Saiba por quê.

Um bom conteúdo de marca é aquele que gera relacionamento, engaja e estimula o diálogo não só com os usuários, mas também entre os usuários. Deve ser simples, relevante, interessante e natural, além de colaborar para a construção da identidade da marca e de seu universo.
Não existem fórmulas – até porque uma marca não é igual a outra -, mas seguir alguns passos pode ajudar no momento de definir uma linha editorial nas redes sociais. Um deles, de acordo com Gil Giardelli, CEO da Gaia Creative, é “tirar terno e gravata“. Entenda abaixo por que isso é importante e veja outras dicas.

1. Participe do churrasco
O ambiente nas redes sociais é feito de pessoas, que por sua vez, gostam de falar com outras pessoas. As marcas precisam ser mais humanas para entrar na conversa. Sair um pouco da linha racional e entrar na direção emocional pode facilitar o envolvimento.
“A maioria das grandes empresas chega nas mídias sociais de terno e gravata, mas lá está todo mundo de chinelo, no papo espontâneo de um grande churrasco”, exemplifica Giardelli.

2. Defina uma linha editorial
Pesque onde os peixes estão. Avalie em que redes sociais é importante estar e de que forma elas se tornam relevantes ao seu negócio. A partir daí, saiba o que faz parte do universo de seus consumidores e não se prenda aos produtos da marca.
“A BMW Brasil, por exemplo, não fala só de carros. Fala de tudo que está em volta dela. Mini Cooper fala de arte urbana, porque é relevante para quem gosta da marca”, explica Giardelli.
Uma companhia aérea, além de divulgar suas promoções, pode dar desde dicas de viagens, hotéis e eventos culturais de destinos turísticos até sugestões de como organizar a mala.
Seu produto é uma cerveja? O carnaval está aí. Dê dicas de como manter-se hidratado e de roupas confortáveis para a folia.
Engaje seus fãs em diálogos duradouros e que gerem um relacionamento. Traga assuntos cotidianos e de interesse de seu público para perto da marca e gere conteúdo a partir disso.
Trabalhe com plataformas diferentes e integre o que for possível. Uma campanha publicitária veiculada na TV pode gerar uma interação bacana no Facebook. Uma promoção no Facebook pode ser divulgada no Twitter e trazer usuários de lá.

4. Admita que errou
“Talvez admitir um erro e pedir desculpas seja muito mais eficiente e sincero do que fazer de conta que nada aconteceu ou tentar abafar um problema de um consumidor”, diz Giardelli.
Agir com transparência demonstra credibilidade e respeito pelos consumidores. Na internet, uma pisada na bola pode fazer desmoronar todo o trabalho de anos de construção de marca.
Nos Estados Unidos, a marca Domino’s Pizza assumiu publicamente, por meio de uma campanha, a falta de qualidade de seu produto. Mesmo sendo arriscada, a atitude mostrou-se transparente e contribuiu para melhorar os serviços da empresa.

5. Não transforme seu perfil em SAC
“Não ache que seu Twitter, seu Facebook ou seu blog vai virar um SAC”, diz o CEO da Gaia Creative. Usar as redes sociais para resolver alguns problemas de consumidores faz parte da comunicação e é algo que não deve ser deixado de lado, mas não limite seus perfis a essa função. Além de desperdiçar um espaço valioso, esse comportamento torna o ambiente chato, desinteressante e afasta os usuários.

6. Sorria, mesmo sem estar sendo filmado
Humor bem feito é muito eficiente. Haja com naturalidade e contribua para melhorar o cotidiano de quem acompanha os passos da marca, seja no Twitter, no Facebook ou em outras redes sociais. Dê liberdade para a interação.
Não falar mal de concorrentes faz parte disso. Ninguém segue uma marca para ouvir críticas a concorrentes. Use os canais online para manter seu consumidor informado e inspirá-lo com assuntos que podem ser de seu interesse.

Fonte: Cris simon, Exame.Com

Aposte nas redes sociais

Postado em 19/01/12 by fmds

Redes Sociais 2012 FMDSNão importa o tamanho da empresa, mas marcar presença nas redes sociais deve fazer cada vez mais parte da rotina dos negócios em 2012. De acordo com o especialista em mídias digitais e coordenador dos cursos relacionados ao tema na ESPM, Gil Giardelli, esse será o ano no qual mais e mais as pessoas vão se comunicar nas redes sociais para se encontrarem e colherem frutos na vida real. E, certamente, as marcas é que serão as curadoras destas experiências.

Além disso, segundo o especialista, com consumidores cada dia mais conectados e engajados por meio dos smartphones e tablets, as empresas em 2012 terão que ser melhores e mais humanas. Nesse novo cenário, nenhum consumidor ou cliente deve ficar sem resposta a uma reclamação ou a troca de um produto com defeito, por exemplo.

Outro fator importante, além do relacionamento, é que o bom uso das redes também reflete positivamente na receita. Dados de uma pesquisa realizada em 2010 pelo Altimer Group e Wetpaint para a revista Business Week, com as 100 empresas mais valiosas ao redor do globo, já mostravam que os empreendimentos com investimento em mídias sociais apresentam melhores resultados e alcançam receitas finais mais recheadas. Em média, empresas que investiram em mídias sociais cresceram 18% em um ano.
As empresas devem ter sempre em mente que há benefícios maiores em utilizar as redes sociais, pois elas aceleram os processos de negócios. Se usadas de forma adequada podem evitar a duplicidade de informações, aumentar o trabalho colaborativo e melhorar o conhecimento coletivo e a imagem da empresa.
Tendo em vista esse argumentos, não podem faltar na agenda das empresas presentes nas redes em 2012 ações como a total transparência de seus produtos e serviços, profissionais preparados para lidar com esse consumidor sempre conectado, além de estratégias de aproximação como promoções exclusivas para quem está nesse ambiente. O momento agora é de consolidar. E, para quem ainda não aderiu, de não perder mais tempo.

Fonte: HSM

O ano de 2011 as grandes marcas e empresas compreenderam a força das mídias sociais, tanto no relacionamento com o consumidor, quanto para a construção e manutenção de sua imagem corporativa. Canais como Facebook e Twitter – apenas para citar os mais utilizados – alteraram a dinâmica de contato entre cliente e instituição, obrigando as empresas a se adaptarem para manterem um bom relacionamento com os consumidores via canal social.

A reclamação 2.0 gerou alguns casos bastante repercutidos no ano que passou, como o vídeo criado por Oswaldo Borelli para reclamar de um defeito em sua geladeira. Postado logo no início de 2011, o vídeo no Youtube teve mais de 820 mil visualizações e fez a marca figurar entre os Trending Topics do Twitter na época. O que também movimentou os TT’s foi a campanha contra a coleção Pelemania, que logo após o lançamento levou mais de sete mil usuários a se reunirem em uma página de boicote à empresa no Facebook.

Depois da repercussão, Oswaldo teve seu problema resolvido, a Pelemania foi retirada das prateleiras e as empresas definitivamente começam a entender o alcance e a dinâmica para essas novas mídias.

O ano terminou com os maiores anunciantes do país investindo também na internet. Não apenas nas redes sociais, mas também em sites e novos canais de relacionamento e engajamento do público. No Facebook, as Casas Bahia incentivaram seus fãs a criarem enfeites natalinos com materiais recicláveis e mandarem suas fotos para concorrerem a prêmios. No site institucional, o grupo Colgate-Palmolive criou uma ferramenta interativa para apresentar quais os produtos mais indicados para a limpeza de cada cômodo da casa. O Magazine Luiza também aproveitou o caminho aberto pelas redes sociais para angariar “consultores”, que utilizam sua rede de contatos no Facebook e Orkut para vender produtos através de uma vitrine virtual. E, inovando, o Bradesco se destaca dentre os 30 maiores anunciantes do país ao manter uma página nacional corporativa no Google+.

Mais do que apenas estar lá, as empresas estão buscando nas redes formas de conhecer melhor o seu consumidor. Em 2011, o público abriu seu coração: lamentou a morte de Steve Jobs com mais de oito milhões de menções no Twitter em apenas 36 horas; posicionou-se em relação à construção da Usina de Belo Monte, com quase 500 mil pessoas curtindo a fanpage no Movimento Gota D’Água; esperou ansiosamente a chegada do iPhone 4S, com mais de um milhão de menções no Twitter antes mesmo de o produto chegar às lojas e curtiu muito “rock, bebê” – foram mais de 300 mil seguidores no perfil oficial do Rock in Rio no Twitter, quase 600 mil likes na sua página no Facebook,  cerca de 11 mil check-ins pelo Foursquare e nada menos que 3 milhões e quatrocentos mil membros em uma comunidade do Orkut.

Com tanta informação, as corporações se bem embasadas podem antecipar as tendências, prever crises e oferecer aos consumidores exatamente o que eles querem e precisam. Muito além da divulgação institucional, Youtube, Linkedin, Vimeo, Flickr, Instragram, blog e muitas outras ferramentas, também já estão sendo utilizadas pelas marcas que querem inovar, mas – mais do que isso – por quem quer se relacionar, sinceramente, com seu público. São essas empresas que vão ganhar o “curtir” do consumidor em 2012.

Por Elizangela Grigoletti, gerente de inteligência e marketing da MITI Inteligência, empresa de soluções em inteligência de mercado

investimento redes sociaisSegundo dados de um levantamento da Amcham (Câmara Americana de Comércio), 65% das empresas brasileiras alegam ter o objetivo de investir mais nas redes sociais em 2012, enquanto 31% delas afirmaram que irão manter o mesmo investimento desse ano.

Isso porque boa parte das empresas reconhece as redes como importantes canais para fomento dos negócios no Brasil.

Os principais trabalhos a serem desenvolvidos serão melhora do relacionamento com o cliente (74% das empresas pretendem fazê-lo), reforço de marca (citado por 63% das pesquisados) e promoção/divulgação de produtos/serviços (53%).

compras internetDe acordo dados do IBM Benchmark, as vendas pela internet nos EUA aumentaram 15,6% no mês de novembro. E, no começo de dezembro, o crescimento seguiu.

Durante a semana de 27 de novembro até 3 de dezembro, o acesso de celulares e outros dispositivos móveis a sites de compra mais que dobrou. O tráfego por esses dispositivos aumentou de 4,74% para 11,77%. Já as vendas através deles passaram de 3,13% para 8,25%.

A IBM acredita que o crescimento durará toda a temporada, sobretudo em dias promocionais; o próximo será o Free Shopping Day (em 16/12).

compras onlinePara sugerir ajustes na regulação do comércio eletrônico no Mercosul (do qual fazem parte Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai), surgiu o projeto Mercosul Digital, que pretende estimular estratégias e políticas comuns para tais países.

Além de recomendar a regulação do e-commerce, o projeto tem ainda a iniciativa de indicar boas práticas para sua realização, tornando as compras online mais seguras.

Uma das metas do Mercosul Digital é implantar, no fim do ano que vem, um modelo de e-commerce transnacional para pequenas e médias empresas.

compras black fridayDe acordo com a consultoria e-bit, a versão brasileira da Black Friday, data famosa nos EUA por oferecer grandes descontos, faturou nesse ano 100 milhões de reais em vendas pela internet, em apenas um dia (esse ano foi no dia 25 de novembro).

Foram realizados no país 237 mil pedidos em lojas online – 67% a mais que em 2010. Já as vendas aumentaram 88%; foram feitas 142 mil compras pela web. Os produtos mais procurados foram do segmento de informática e eletrodomésticos, ambos com 12% de participação.

Com os resultados favoráveis, espera-se que o modelo de vendas na Black Friday continue a ser aplicado no país nos anos seguintes, acompanhando a tendência do mercado americano.

busto halls uva verdeA AdAge, importante e respeitada publicação sobre marketing e mídia, elegeu as 10 melhores campanhas em mídias sociais do ano de 2011 e, entre elas, consta a campanha brasileira para a Halls Uva Verde, feita pela agência Espalhe.

Após os consumidores protestarem nas redes sociais pedindo para que o sabor Uva Verde não saísse de linha, 3 deles – os mais engajados – foram escolhidos para que fossem esculpidos bustos seus, usando o produto como matéria-prima. E o quarto ganhador foi eleito pelo público através da campanha feita no Facebook.

Outras campanhas para mídias sociais selecionadas no Top 10 foram ações da Heinz na Inglaterra e da Citroën na Holanda, por exemplo.

burberry instagramVárias marcas do mundo da moda tiveram sua atuação online analisada pela Luxury Lab (da Universidade de Nova York). O objetivo era avaliar a performance das marcas na internet, sobretudo nas redes sociais, observando a maneira como elas investem e trabalham na web.

A Burberry foi considerada “genial”, por estar sempre apresentando inovações nas redes sociais, como o Tweet Walk (prévia de fotos logo antes do desfile) e por possuir o maior número – entre as marcas analisadas – de fãs no Facebook, visualizações no YouTube e seguidores no Instagram.

No Top 10 constam também marcas como Gucci, Dolce & Gabbana, Ralph Lauren e Louis Vuitton.

funcionários email facebookA Atos, empresa francesa de TI, está em vias de acabar com seu sistema de e-mail. Em vez desse serviço, os funcionários passarão a usar mensagens pelo Facebook (e outras redes sociais) para a comunicação corporativa.

A empresa declarou que a decisão de abolir o e-mail foi tomada devido à alta taxa de spam recebido pelos seus 74 mil funcionários em 42 países.

Os planos são de usar o Facebook, inicialmente, apenas para comunicação interna, e depois expandir para o contato com clientes e colaboradores.

empresas nas redes sociaisQuando adentram as redes sociais, as empresas devem estabelecer metas, pensar sobre o que querem alcançar com sua participação nas redes. Devem ser definidos objetivos claros e tangíveis.

A estratégia usada para alcançar tais objetivos é o fator que mais influencia no sucesso de uma empresa nas redes sociais. A forma como essas metas serão atingidas deve ser única e fazer com que a empresa se destaque (por isso a importância de pesquisar o que a concorrência está fazendo).

E uma parte importante da elaboração dessa estratégia é a definição do tipo de conteúdo que será publicado pela empresa nas redes sociais; ele deve estar alinhado ao posicionamento da empresa, à forma como ela quer ser reconhecida nas redes.

conectadosConforme a pesquisa do TG.net/Ibope Mídia, 79% dos internautas do Brasil participam ativamente das redes sociais. A idade média do brasileiro ativo nas redes é de 32 anos.

Quanto à forma de acesso à internet, 88% das pessoas se conecta a ela pelo desktop/laptop. Os tablets são destaque entre os internautas de 35 a 44 anos, sendo a principal plataforma de acesso à internet entre esse grupo.

A média de tempo gasto pelos internautas brasileiros é de 2h43min. Os que se conectam pelo tablet ficam em média 3h18min, e, pelo smartphone, ficam online 3h28min.

companhias aéreas redes sociaisDe acordo com estudo da agência Navigators, as companhias aéreas nacionais estão apostando nas redes sociais, investindo mais nas redes que as empresas internacionais.

O estudo concluiu que TAM, Gol, Avianca e Azul são mais ativas em redes sociais que a Air France e a American Airlines, por exemplo.

O conteúdo divulgado nos perfis dessas companhias nacionais é voltado à divulgação de promoções e novidades das marcas, buscando gerar fidelização de clientes.

usuarios internetDe acordo com estudo do Ibope Nielsen Online, já há 46,7 milhões de usuários ativos da web no Brasil. Em outubro, esse número cresceu 11,9% em relação ao mesmo período no ano passado.

61,2 milhões de brasileiros têm acesso à rede, em casa ou no trabalho.

Já em relação aos usuários de comércio eletrônico, foram 32 milhões de usuários no mês de outubro, representando um aumento de 4,6% em relação a setembro.

whisper systemsO Twitter comprou a Whysper Systems, uma startup que trabalha com a fabricação de softwares para melhora da segurança e das configurações de privacidade em aparelhos móveis, como os smartphones.

Os programas da Whisper Systems embaralham dados, conversas de voz e mensagens de texto em aparelhos com Android, para proteger os dados.

Desse modo, o microblog ganhou tecnologia para fortalecer sua segurança. Não foi divulgado o valor pago pela startup nem mais detalhes sobre a aquisição.

ambevNo share de engajamento em redes sociais (média entre o total de ações do público com as de cada marca), apresentado em relatório do Index Social, a Ambev aparece com 3 marcas entre as 5 primeiras: Brahma, Skol e Guaraná Antarctica.

Peixe Urbano, BrandsClub e Privalia foram marcas que apareceram no ranking de audiência e não no de engajamento. Isso porque, conforme o levantamento, essas marcas se preocupam em obter audiência mas não em dialogar com o consumidor.

Há também algumas marcas que não apareceram entre as maiores em audiência, mas foram consideradas no share de engajamento: Johnny Walker, Sonho de Valsa e Trident.

guaraná antarcticaDesbancando a Claro, o Guaraná Antarctica é agora o líder no ranking de audiência nas redes sociais, conforme relatório do Index Social. Já a marca que mais avançou desde o último mês foi a Skol, ganhando mais de 800 pontos desde então.

Essa audiência é determinada pela soma ponderada de fãs, seguidores e “assinantes” no Facebook, Twitter e Youtube.

Estão também presentes no ranking as marcas Brahma Futebol, L’Oréal, Smirnoff Brasil, Peixe Urbano, Halls, BrandsClub e Privalia.

redes sociais nas empresasUsar a tendência das redes sociais a favor do desenvolvimento corporativo e dos negócios exige o mapeamento do cenário das redes e o planejamento a longo prazo.

Além disso, para aproveitar ao máximo as redes sociais, é essencial que as empresas entendam quem usa as redes e porque as usam. Ter todos esses dados ajuda a ampliar o sucesso das ferramentas e das redes.

Nas empresas, quem usa mais as redes são 3 tipos de pessoas: os early adopters, os mais atarefados e os mais jovens.

Os early adopters usam as redes sociais porque são sempre os pioneiros no uso das novas tecnologias; os mais ocupados usam para acelerar processos; e os jovens costumam ajudar a levar novos meios de interação para dentro da empresa.

estratégiasPara desenhar uma estratégia em redes sociais, os profissionais devem levar em conta alguns fatores importantes no início do planejamento.

Primeiramente, deve-se reavaliar as políticas corporativas, estimulando o uso consciente das redes sociais no trabalho pelos funcionários.

Depois, devem ser identificados os profissionais da empresa mais ativos nas redes sociais, buscando sua ajuda e incentivando-os a compartilhar seu conhecimento com todos.

Por fim, é importante identificar as plataformas sociais mais adequadas ao negócio; elas devem atender aos interesses da empresa e agregar valor ao negócio.

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